Poema Meus Oito Anos
Umpoemanostálgico que evoca a infância querida do autor, com seus sonhos, flores, mar, céu e alegria. Leia o texto completo, veja a biografia de Casimiro de Abreu e outrospoemasno site Poetisarte.
MeusoitoanosCasimiro de Abreu. Turma: Teste – 1º Bimestre Matéria: Português. Ai que saudades Ruth Rocha. Oh!
Umpoemaromântico que evoca a infância do autor com saudades e nostalgia. O poeta recorda os dias de primavera, os sonhos, as flores, a mãe e a irmã, e compara com a vida adulta.
Que osanosnão trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! — Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é — lago sereno, O céu — um manto azulado, O mundo — um sonho dourado, A vida — um
OpoemaMeusoitoanosfoi publicado pela primeira vez no único livro de Casimiro de Abreu publicado em vida, As Primaveras (1859). Os anseios da juventude e as saudades da infância fazem da obra de Casimiro de Abreu uma das mais legítimas da poesia do Romantismo brasileiro. Lírico, nostálgico e musical, o poeta carioca continua encantando e cativando novos leitores ao longo do tempo.
Que osanosnão trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! - Respira a alma inocência Como perfumes a flor; O mar é - lago sereno, O céu - um manto azulado, O mundo - um sonho dourado, A vida - um
Oh! que saudades que tenho Da aurora daminhavida, Daminhainfância querida Que osanosnão trazem mais! – Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras A sombra das bananeiras Debaixo dos laranjais! Casimiro de Abreu, As primaveras.
POEMA:MEUSOITOANOSCasimiro de Abreu Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que osanosnão trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! - Respira a alma inocência Como
Opoema“MeusOitoAnos” faz parte do Livro I da coletânea “As Primaveras”, publicada por Casimiro de Abreu em 1859, que gira em torno da saudade da infância e da terra natal, a maior parte delas escritas durante sua estada em Lisboa.
Casimiro de Abreu -MeusoitoanosOh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que osanosnão trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! Como são belos os dias Do despontar da existência! - Respira a alma inocência Como
Meusoitoanosby Casimiro de Abreu Livre filho das montanhas, Eu ia bem satisfeito, Da camisa aberta o peito, — Pés descalços, braços nus — Correndo pelas campinas A roda das cachoeiras, Atrás das asas ligeiras
Meusoitoanos. Oswald de Andrade. Oh que saudades que eu tenho Da aurora deminhavida Das horas Deminhainfância Que osanosnão trazem mais Naquele quintal de terra Da Rua de Santo Antônio Debaixo da bananeira Sem nenhum laranjais Eu tinha doces visões Da cocaína
Poucos versos na literatura brasileira despertam tanta ternura quanto os de “Meusoitoanos”, de Casimiro de Abreu. Publicado em 1859, opoemaé um verdadeiro hino à infância — tempo de pureza, liberdade e sonhos que o tempo não traz de volta.
Opoemadele: “MeusOitoAnos”, faz parte do Livro I da coletânea “As Primaveras”, publicada noanode 1859, que gira em torno da saudade da infância e da terra natal, a maior parte delas escritas durante sua estada em Lisboa, Portugal.
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