Poema Sobre O Tempo Mario Quintana
De certo modo, "Quintana" nos faz refletirsobreosnossos Valores e nos faz enxergar, através de seus versos, a Beleza e a Bondade existentes na Vida. Conhecido popularmente como "OTempo",oPoematem como título original "Seiscentos e Sessenta e Seis" e foi publicado pela primeira vez no Livro "Esconderijos doTempo", em 1980.
Início » Últimas notícias »OTempo–PoemadeMárioQuintana.OTempoA vida éodever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas!
'OTempo':poemadeMarioQuintana.MarioQuintana| Citações poderosas, Frases sentimentais, Citações. Bilhete deMarioQuintanaSe tu me amas, ama-me baixinho Nãoogrites de cima dos telhados.
Conhecido popularmente como "OTempo",opoemadeMarioQuintanatem como título original "Seiscentos e Sessenta e Seis". Foi publicado pela primeira vez na obra Esconderijos doTempo, em 1980.Olivro, escrito quandooautor estava com setenta e quatro anos, exprime a sua visão madura e sábiasobrea vida.
OTempo-PoemaMárioQuintanaA vida éodever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal… Quando se vê, já terminouoano… Quando se vê perdemosoamor da nossa vida. Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado… Se me fosse dado um dia, outra oportunidade
OTempoMárioQuintanaA vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são 6 horas: hátempo Quando se vê, já é 6ª-feira Quando se vê, passaram 60 anos! Agora, é tarde demais para ser reprovado E se me dessem - um dia - uma outra oportunidade, eu nem olhavaorelógio seguia sempre em frente
o-tempo---mario-quintana. " A vida éodever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas!Segundopoemada série “Poemasmusicados”, Circuladô de Fulô é um dos 15 textos que compõem Galáxias, de Haroldo de Campos.
Um dospoemasmais famosos do poeta gaúcho,MarioQuintana, discorresobreonostálgico sentimento da inevitável passagem dotempo.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas… Segurariaoamor que está a minha frente e diria que euoamo… E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta detempo.
Mariode MirandaQuintananasceu em Alegrete, Rio Grande do Sul, no dia 30 de julho de 1906.MarioQuintanafaleceu em 1994, aos 87 anos, na cidade de Porto Alegre. Entre tantas obras (poemas, antologias e traduções),Márioescreveu “OTempo“.
Opoema'OTempo'deMárioQuintanarefletesobrea passagem dotempoe a importância de valorizarosmomentos e relacionamentos.Oautor destaca a urgência de viver plenamente e expressar amor, sem se deixar levar pela correria da vida.
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta detempo. Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz. A única falta que terá será a dessetempoque, infelizmente, nunca mais voltará.
Selecionamos belos e inspiradorespoemasdeMarioQuintanaque trazem sempre um olhar positivo e esperançoso em relação à vida.
Uma descoberta poética enriquecedora.poemaOTempoMárioQuintana, reflexão sobre a passagem dotempo, frases deMárioQuintanasobre educação, beleza da poesia contemporânea, importância da reflexão poética Última actualización 2026-03-09.
Cerca de 28poemaoTempodeMarioQuintana.Mariode MirandaQuintana(1906 - 1994) foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Foi consideradoo"poeta das coisas simples", um dos maiores poetas brasileiros do século XX.
PoemárioTempo.MárioQuintanaA vida éodever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando de vê, já é sexta-feira! Quando se vê, já é natal… Quando se vê, já terminouoano… Quando se vê perdemosoamor da nossa vida. Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado…
ParaMarioQuintana,otemponão era um conceito abstrato, mas uma realidade a ser vivida com leveza e sabedoria. Seupoema“OTempo” reflete justamente essa visão poética sobre a passagem dos dias.
Conhecido popularmente como "OTempo",opoemadeMarioQuintanatem como título original "Seiscentos e Sessenta e Seis". Foi publicado pela primeira vez na obra Esconderijos doTempo, em 1980.
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